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07/08/2015 - Cuidado com acidentes domésticos nas férias


Para as crianças, férias significam lazer. Para os pais, atenção em dobro. De acordo com o Ministério da Saúde, 122 mil crianças são hospitalizadas anualmente e 4,7 mil morrem em decorrência de acidentes ou lesões não intencionais, sendo a principal causa de morte de crianças de um a 14 anos no Brasil.

 

Entre os principais acidentes estão quedas, envenenamentos, sufocamentos e afogamentos. No que diz respeito às quedas, as crianças pequenas estão mais expostas ao perigo, principalmente as de até quatro anos. “Isso ocorre pelo fato de explorarem o ambiente onde estão por meio dos sentidos (olfato, paladar, tato, visão e audição) e por não terem a noção do perigo ao qual estão expostas”, avalia o coordenador da Emergência Pediátrica do Hospital Esperança Recife, Fernando Oliveira. Quanto ao envenenamento, as crianças sofrem consequências mais graves que os adultos devido à estrutura corporal menor e ao metabolismo mais rápido.

 

Em casa, os locais de maiores riscos são cozinha, banheiro e escada. No entanto, estudos apontam que cerca de 90% das lesões podem ser evitadas com atitudes de prevenção. De acordo com o médico, é importante adotar algumas medidas: manter produtos de higiene e limpeza, além de medicamentos, fora da vista e do alcance dos pequenos; não se referir a medicamentos como doces, pois pode levar a criança a pensar que são agradáveis de comer; ficar atento ao recall de brinquedos e escolher os que possuem peças maiores, para evitar aspiração; instalar corrimão nas escadas; instalar barras de segurança no banheiro e utilizar tapetes emborrachados.

 

Também é indicado evitar brincadeiras de risco na cama; colocar telas nas janelas e sacadas; não deixar objetos na escada; colocar protetores nas tomadas; nunca deixar o bebê sozinho em mesas, camas ou outros móveis; e tomar cuidado com os andadores para bebês, pois eles são responsáveis por mais acidentes que qualquer outro produto infantil destinado a crianças entre cinco e 15 meses.

 

Em caso de acidente, a primeira providência é procurar atendimento médico. Se a ocorrência for envenenamento, deve-se levar o produto para análise da equipe de saúde. “Quanto menor a idade da criança, maior deve ser a vigilância dos pais. À medida que eles forem crescendo, explique os riscos de determinadas atitudes – como, por exemplo, que energia elétrica e fogo não são itens seguros para brincadeiras”, diz Fernando Oliveira.

 

Confira os acidentes mais frequentes de acordo com as idades (dados da Sociedade Brasileira de Pediatria):

• 0 a 1 ano: quedas (trocador, cama, colo), asfixia, sufocação, aspiração de corpos estranhos, intoxicações, queimaduras (água quente, cigarro).

• 2 a 4 anos: quedas, asfixia, sufocação, afogamentos, intoxicações, choques elétricos, traumas.

• 5 a 9 anos: quedas, atropelamentos, queimaduras, afogamentos, choques elétricos, intoxicações, traumas.

• 10 a 19 anos: quedas, atropelamentos, afogamentos, choques elétricos, intoxicações, traumas.


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