O que você procura
você está no Hospital Esperança Recife
Hosp Israelita
Hosp Niteroi D'Or
Hosp Assunção
Hosp Norte D'Or
Hosp Badim
Hosp Oeste D'Or
Hosp Bangu
Hosp Quinta D'Or
Hosp Barra D'Or
Hosp Ribeirão Pires
Hosp Bartira
Hosp Rios D'Or
Hosp Caxias D'Or
Hosp SANTA LUZIA
Hosp Copa D'Or
HOSP SÃO LUIZ
Hosp e Mat Brasil
Hosp São Marcos
Hosp Esperança Olinda
Hosp Sino Brasileiro
Hosp Esperança Recife
Hosp Villa-Lobos
Hosp iFor
Hospital Copa Star
HOSPITAL REAL D'OR
Mudar hospital

Releases


29/09/2015 - Muito além do esquecimento

 Doença neurodegenerativa que provoca diminuição das funções cognitivas, o Alzheimer atinge cerca de 35,6 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, são estimados 1,2 milhão de casos, de acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). Inicialmente, a doença pode se apresentar apenas com esquecimentos, principalmente para fatos recentes. Com a evolução, haverá prejuízo na orientação, atenção, linguagem e outras funções cognitivas.


A doença atinge, normalmente, pessoas acima dos 60 anos. Daí a dificuldade inicial do diagnóstico, pois os sintomas podem ser confundidos com o processo natural de envelhecimento – o esquecimento, sobretudo. “Uma avaliação clínica, levando em consideração o histórico do paciente e a realização de exames para a exclusão de outras doenças, se faz necessária para diagnosticar o Alzheimer. Quanto antes for identificada, maiores serão as chances de controlar os sintomas e retardar o avanço da doença”,  explica a chefe da Neurologia do Hospital Esperança Recife, Carolina Cunha.


A ciência ainda desconhece as causas do Alzheimer, mas sabe-se que as perdas neuronais acontecem gradativamente, subdividindo a doenças em três estágios: inicial, intermediário e avançado. A idade é o principal fator de risco. Após os 65 anos, o risco de desenvolver a doença dobra a cada cinco anos.


Apesar de não ter cura, o tratamento permite melhorar a qualidade de vida do paciente e da família, já que a doença acaba atingindo o convívio social. “O paciente com Alzheimer tende a perder habilidades – como a capacidade de compreensão – e a autonomia para realizar tarefas corriqueiras, como pagar contas e fazer compras, por exemplo. Por isso é fundamental que a família se prepare para atender as necessidades de cuidados – alimentação, higiene, segurança – que poderão surgir”, aponta a neurologista. O tratamento é realizado a partir de medicamentos e de atividades que estimulam as funções cognitivas, como jogos e atividades físicas.

 

#RedeDOR #EsperançaRecife