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26/08/2015 - Os perigos da automedicação


Dor de cabeça, de dente, resfriado, cólica. Quem nunca tomou ao menos um comprimido sem indicação médica que atire a primeira pedra. No entanto, esse gesto tão corriqueiro pode trazer mais malefícios que benefícios. Desde combinação inadequada – com um medicamento anulando o efeito de outro – até reações alérgicas e consequências mais graves como dependência e morte.

 

“Cada paciente tem suas particularidades e um mesmo medicamento pode ser adequado para tratar um caso, mas não outro, a depender do histórico familiar e quadro clínico apresentado. Além disso, ainda há dosagens e períodos específicos para cada pessoa, que devem ser seguidos conforme prescrição médica”, orienta Ana Alice Monteiro, coordenadora da Assistência Farmacêutica do Hospital Esperança Recife.

 

O uso incorreto de medicamentos pode ainda agravar uma doença, uma vez que a utilização inadequada mascara determinados sintomas. É o que acontece, por exemplo, com o uso abusivo de antibióticos, que pode facilitar o aumento da resistência de micro-organismos. Atualmente, essa classe de medicamentos tem venda controlada mediante retenção de via da receita médica. “Bactérias multirresistentes são agravantes de diversas doenças, como a tuberculose, por exemplo”, salienta a profissional. Com 17 anos de atuação, ela alerta, ainda, para outras graves consequências do uso indiscriminado de medicamentos, como contração dos vasos sanguíneos, retenção de sódio, aumento da pressão arterial e lesões hepáticas e renais. 

 

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 50% dos pacientes tomam medicamentos de forma incorreta. Com isso, também aumentam os casos de reações alérgicas com sintomas dos mais variados, desde prurido (coceira) e retenção de liquido até falta de ar e edema da glote. Já o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox), da Fundação Oswaldo Cruz, alerta para outro perigo: medicamentos são a principal causa de intoxicação no Brasil, ficando à frente de produtos de limpeza, agrotóxicos e alimentos estragados. A causa lidera o ranking desde 1994.

 


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